Sem cais acostável para os grandes navios, os passageiros eram conduzidos a bordo nestas pequenas embarcações. Fazer este transporte era um modo de vida. Quem gostava de conduzir passageiros para bordo, vestido á pescador, era Óscar da Silva. Um dia, conversando com uns passageiros estrangeiros, estes mostraram-se admirados com a cultura do homem que remava o pequeno barco que os conduzia ao navio onde embarcariam. Óscar da Silva respondeu que o povo português eram assim, todo muito culto. Era o lado patriótico desse grande pianista.
Automóvel e dogmas da mobilidade urbana
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O meu artigo de ontem na coluna da Oficina da Liberdade no Observador,
abaixo transcrito: O presidente da Câmara do Porto disse recentemente que
«temos de ...
Há 2 dias


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