Sem cais acostável para os grandes navios, os passageiros eram conduzidos a bordo nestas pequenas embarcações. Fazer este transporte era um modo de vida. Quem gostava de conduzir passageiros para bordo, vestido á pescador, era Óscar da Silva. Um dia, conversando com uns passageiros estrangeiros, estes mostraram-se admirados com a cultura do homem que remava o pequeno barco que os conduzia ao navio onde embarcariam. Óscar da Silva respondeu que o povo português eram assim, todo muito culto. Era o lado patriótico desse grande pianista.
As “Noélias” do nosso tempo: entre o direito a morrer e o dever de cuidar
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A história de Noélia não é apenas uma história sobre eutanásia. É, antes de
tudo, uma história sobre sofrimento – e sobre aquilo que acontece quando
esse s...
Há 1 dia


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