sábado, 4 de fevereiro de 2012

EMIGRAÇÂO



Era em Leixões que os emigrantes embarcavam para os mais variados destinos, especialmente Brasil e outros países da América do Sul.
Vemos na imagem, de 1913, um grupo de emigrantes que aguarda o embarque para o Brasil.
Imagem que ganha actualidade face aos incentivos do governo para se tomar esse caminho.
De novo só que agora o embarque é feito mais a norte, em Pedras Rubras.

sábado, 21 de janeiro de 2012

A COSTUREIRA


Muitas profissões populares desapareceram, tornadas inúteis pelas modernas indústrias do use e deite fora. Já ninguém manda virar os colarinhos das camisas, virar os casacos, remendar roupa, adaptar a dos filhos mais velhos para os mais novos, etc. Já não conheço ninguém onde possa mandar cerzir as calças queimadas pela cinza do cigarro.

Uma das profissões mais seguidas pelas mulheres das classes mais pobres era a de costureira. Recordo a figura feminina com a cabeça da máquina de costura, normalmente da marca Singer, que se comprava a prestações, anunciando o seu ofício.

Iam a casa de quem solicitava remendar roupas por um preço acessível e assim ganhavam a vida. Todas as casas tinham a sua costureira, tal como hoje têm o fornecedor de energia, gás, etc.

Aqui fica um apontamento nostálgico para os mais velhos que certamente se recordarão dessa figura popular cujo pregão era: Costureiraaaaaaaa…

Ligado a esta actividade ficou o dito popular, quiçá injusto, cujo sentido todos conhecem: "Costurar para fora"






sábado, 14 de janeiro de 2012

MATOSINHOS - RUA DE S. ROQUE

  Nesta foto de 1962, vemos a entrada poente da Rua de S. Roque. Na primeira casa ( a segunda contar da direita), no rés do chão, funcionava uma adega, denominada Os Patacos, aí funcionando hoje a padaria O Forno. Na casa seguinte, n.º12, onde funciona o bar Escandinávia, residiu a Sãozinha, conhecida pela mulher do carrinho, vendedeira ambulante, que por não ter pernas se movimentava num carro a pedais que impulsionava com as mãos. Nos últimos tempos que aí residia, vendia á porta, protegida por uma rede, objectos variados, como escovas, pentes, porta moedas, maços de ganchos para o cabelo, alguns brinquedos, etc. Essa casa, hoje propriedade de meus pais, está modificada, tendo-lhe sido acrescentada um andar em 2011.
  Na casa seguinte, hoje o café Lord Gin, funcionou a sapataria de Joaquim Gonçalves, que conheci bem e onde mandei arranjar os sapatos algumas vezes, que foi director da Aurora da Liberdade. Também esta casa está modificada, tendo mais uns andar desde os anos 90.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

ENG PINTO DE OLIVEIRA - INAUGURAÇÃO DA FÁBRICA


Na sequencia de um post anterior, publico esta foto em que o eng. Pinto de Oliveira inaugura a fábrica de conservas Portugal Norte, na Av Comendador Ferreira de Matos, em 1958.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

CONDE DE LEÇA - TEVE CASA EM CARVALHAES?

Existem alguns postais que na legenda identificam a casa da foto como a casa do Conde de Leça em Carvalhaes, Mirandela.  Alguns conhecedores da história local e do próprio Conde, referem que este nunca teve casa em Carvalhaes. Quem tinha aí propriedades era Alfredo Menéres.
Aqui fica uma dúvida para quem quiser perquisar.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Indústria Conserveira de Matosinhos - contributo para a sua história

Um contributo para a história da indústria conserveira em Matosinhos

         A Nero transferiu-se para Matosinhos em 1944
        Nesta imagem, de 1957, vemos a benção da 1.ª pedra pelo Pároco Martins Fernandes, no edifício que viria a ser a 2.º sede da Fábrica Nero, Conservas Portugal Norte, nas Av. Comendador Ferreira Matos.
       No próximo post, veremos a sua inauguração pelo Eng, Pinto de Oliveira, num dos seus primeiros actos como presidente da câmara de Matosinhos.